quarta-feira, 27 de março de 2019

Você sabia que a Receita Federal está monitorando as ostentações nas redes sociais?


Ficar de ostentação nas redes sociais e na declaração de imposto de renda se declarar um pobretão poderá lhe gerar problemas.


Durante a inspeção é extremamente corriqueiro que o auditor-fiscal realize a análise das redes sociais com o intuito de identificar possíveis bens e possíveis pessoas “laranjas”, dentro de seu círculo de relacionamento. 


Fonte: Foregon

Dentro da área de apuração e programação de ação fiscal, hoje a Receita Federal utiliza alguns modelos de monitoramento que realizam buscas na web e insere as informações dentro de parâmetros para apuração e fiscalização. 

As informações das redes sociais são indicadas e somadas a diversos outros entroncamento, que os auditores fiscais realizam, tais como: referências bancárias, veículos, aluguel, cartórios etc. 

Com o entroncamento da informação a inteligência artificial é aperfeiçoada dia a dia com a alimentação contínua do sistema e com a experiência dos auditores fiscais.



CURTA E SIGA NOSSA PÁGINA E FIQUE POR DENTRO DAS Atualidades DA TECNOLOGIA

       

Como informamos, tratar uma evidência e compor um agrupamento de informações que a Receita Federal dispõe para entroncamentos.

Foi estimado que as informações provindas das redes sociais contribuíram como incentivo para o impulsionamento da responsabilidade tributária de mais de 2.000 contribuintes, foi estimado que os valores sonegados cheguem a R$ 1 bilhão de reais.

Identificar o real proprietário dos bens e fundamental para que as projeções tributárias obtenham a garantia de que estão sendo pagas.

Somente para uso de exemplo, vamos mostrar algumas situações que as redes sociais foram utilizadas para fiscalização.

1.   Durante uma fiscalização o auditor-fiscal identificou que o proprietário da empresa registrado no contrato social era uma pessoa “laranja”, tanto o “laranja” como o suposto real proprietário negavam qualquer vínculo, bastou o auditor-fiscal realizar uma pesquisa nas redes sociais para identificar fotos do laranja com o real proprietário. mostrando assim vínculo entre eles.

2.   Um auditor-fiscal pegou um caso, onde o filho de um contribuinte falava sobre viagens caras que tinham sido feitas e bens de seu pai tinha adquirido, essas informações serviram de subsídio para o fiscal obter as garantias de crédito tributários.

3.   Durante uma fiscalização o auditor, observou que o proprietário registrado no contrato social da empresa era uma pessoa “laranja”. Em uma análise às redes sociais, ele verificou que o laranja possuía um faturamento de  100 milhões ano, era acostumado postar fotos de churrascos em sua laje, onde demonstrava uma incompatibilidade de sua posição de proprietário na empresa.

4.   Tem situações em que os contribuintes, assumem em redes sociais serem proprietários de empresas que não estão em seus nomes.

Esses foram alguns casos onde esta nova estratégia da Receita Federal já foi posta em prática, então tome cuidado com aquela selfie, com aquele post sobre viagens que é postado em suas redes sociais, pois você pode acabar tendo problemas, nos vemos na próxima.

Fique por dentro dos próximos conteúdos!O seu endereço de email não será publicado.

Nome

E-mail *

Mensagem *

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...