segunda-feira, 31 de outubro de 2016

"'Se seu celular não é um iPhone, Nexus ou Pixel, ele é inseguro', diz ativista

Nâo faltam exemplos de falhas de segurança em smartphones que possibilitam que os dispositivos sejam controlados por terceiros. Mas de acordo com Chris Soghoian, tecnólogo da União de Liberdades Civis dos Estados Unidos (ACLU na sigla em inglês), esse problema é ainda maior do que nos damos conta.

Segundo Soghoian, os únicos dispositivos realmente seguros no mercado atual são os iPhones, os dispositivos Nexus e o recém-lançado Pixel, do Google. Os iPhones porque incorporam tecnologias confiáveis de criptografia e segurança; os Nexus e o Pixel porque recebem atualizações de segurança constantes do Google. Todos os demais estão suscetíveis a falhas que comprometem todos os dados contidos nos aparelhos.
História de vigilância
A questão da segurança dos smartphones surgiu como parte da fala de Soghoian, durante o Mozfest 2016, sobre a vigilância dos governos sobre os meios de comunicação. Segundo o ativista e tecnólogo, "as empresas de telecomunicação têm um histórico de mais de um século de cooperação com as iniciativas de vigilância dos governos". Por esse motivo, "nossos sistemas de comunicação foram construídos tendo essa vigilância em mente", de acordo com ele. 
Houve, no entanto, uma mudança positiva nessa situação com as revelações feitas por Edward Snowden sobre o esquema de vigilância em massa do governo dos Estados Unidos. Desde então, o Google passou a usar o protocolo seguro HTTPS por padrão em seu navegador, o que deu início a um processo de fortalecimento da segurança digital.
O Google foi seguido por outras gigantes da tecnologia, como o Facebook e a Apple, em sua iniciativa de fazer do HTTPS o protocolo padrão. Atualmente, segundo Soghoian, graças a essas atitudes, mais de metade do tráfego que circula no navegador Firefox, da Mozilla, usa esse protocolo.
Segurança digital como privilégio
Quando smartphones começaram a se tornar itens comuns de comunicação, no entanto, essa cultura de segurança ainda não era tão forte. Por isso, muitos usuários desses aparelhos acabam tendo uma atitude pouco segura com os dados que compartilham com as empresas de tecnologia.
A Apple é um exemplo positivo, pois passou a incorporar criptografia de disco por padrão em seus iPhones. Além disso, a empresa libera rapidamente atualizações de segurança para seus usuários. Dessa forma, a maioria dos usuários de iPhone têm a versão mais recente - e mais segura - de seu sistema operacional. O Android, por outro lado, "é um show de horrores com relação a segurança", opinou Soghoian. 
Isso, no entanto, criou uma situação em que a segurança digital em smartphones virou uma espécie de privilégio. "Sim, o iPhone é seguro, mas ele custa US$ 600. Isso gera o risco de que a segurança digital seja um luxo, algo acessível apenas a quem pode pagar por ela", afirmou o ativista. Essa situação, na opinião de Soghoian, ameaça aprofundar desigualdades sociais que já existem no mundo.

sábado, 29 de outubro de 2016

Novo padrão do WiFi permite velocidades de até 8 Gbps


A próxima geração de roteadores Wi-Fi deve ter capacidade para velocidades de transferência muito maiores do que as atuais. Uma nova tecnologia chamada WiGig foi certificada pela WiFi Alliance, criando o novo padrão 802.11ad que pode ser aplicado na próxima geração de produtos de rede.

O WiGig é uma tecnologia que usa uma alta frequência de 60 GHz para transmitir grandes volumes de dados em velocidade de até 8 Gbps (ou 1 GB por segundo); a contrapartida é que ele só funciona em pequenas distâncias. Frequências muito altas têm menor alcance, e no caso do WiGig esse alcance é de apenas 10 metros.
Isso significa que o padrão 802.11ad é cerca de três vezes mais rápido do que os melhores roteadores 802.11ac são capazes de alcançar, mas o seu dispositivo precisa, provavelmente, estar no mesmo cômodo que o roteador. Além disso, seu aparelho também precisa de suporte ao 802.11ad.
Uma vantagem da frequência de 60 GHz é o fato de que ela é menos congestionada, e, portanto, pode oferecer uma conexão mais estável. Os fabricantes de roteadores também podem implementar um recurso de handoff, que faria com que seu dispositivo fosse remanejado para outra frequência, seja de 2,4 GHz, seja de 5 GHz, quando você se afasta do ponto de acesso.
O padrão também usa o beamforming, que é uma tecnologia razoavelmente nova, que direciona as ondas de rádio emitidas pelo roteador para um ponto específico em vez de espalhá-las por todo o ambiente. Isso garante que os dispositivos conectados recebam um sinal melhor e garante melhor qualidade de conexão.
A expectativa é que até o fim do ano que vem já haja 180 milhões de dispositivos com suporte à tecnologia no mercado, incluindo laptops, celulares, roteadores, etc. Inclusive, já há alguns produtos que contam com o WiGig, mas ele ainda não estava devidamente certificado e padronizado.

Presidente da Anatel reconhece concorrência desleal entre WhatsApp e operadoras


"A equação não fecha". É assim que Juarez Quadros, o novo presidente da Anatel, explica a concorrência desleal entre as operadoras e os apps de mensagens como o WhatsApp. "Com a chegada desses novos serviços as operadoras reclamam que não estão sendo remuneradas pelo aporte técnico necessário para o funcionamento deles. Tem ainda os provedores de conteúdo que também têm os seus conteúdos utilizados sem qualquer remuneração. Como os serviços não são regulados, não são tributados. Sem contar no poder judiciário que também tem tido bastante dificuldade com esses apps", explica Quadros, ressaltando que o único beneficiado nessa história é o consumidor.
Regulamentação

A solução seria regulamentar esses aplicativos, assim como a Prefeitura de São Paulo fez com o Uber? Para o presidente, o caminho pode não ser tão fácil. "O problema não é tão simples como o Uber, apesar de esse ser um exemplo da chamada disrupção econômica em função de um avanço tecnológico, que ocorre nos vários segmentos da economia mundial", explica. Para uma regulamentação, seria necessária uma legislação federal e o aval do Congresso Nacional.
No entanto, Gilberto Kassab, ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, já afirmou que é contra a regulamentação do WhatsApp no Brasil. Para o ministro, o governo não deve interferir na relação com a sociedade que o app já estabeleceu. A resposta seria uma "desregulamentação dos serviços de telecomunicação no país para que exista um ponto de equilíbrio" entre as operadoras e os apps. 
O problema é complicado e exigirá de Quadros um longo trabalho. "Eu queria ter a solução, mas não tenho", explica.
Questionado se usa o aplicativo, o presidente não nega. "Quem não usa o WhatsApp? A parte mais sensível do corpo humano é o bolso".

Microsoft anuncia oficialmente o Paint 3D; confira


A Microsoft aproveitou seu evento realizado nesta quarta-feira, 26, para anunciar oficialmente a nova versão de um de seus aplicativos mais tradicionais. O Paint 3D, exclusivo para dispositivos que rodam o Windows 10, vai permitir que os usuários transformem fotos e doodles em objetos 3D.

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O Paint 3D também contará com suas ferramentas tradicionais, como o recorte de imagens, a criação de formas em duas dimensões e a o desenho com canetas e pinceis diferentes.
O app tem suporte a canetas Stylus e é amigável para telas sensíveis ao toque. A Microsoft adicionou também uma nova funcionalidade: o novo Paint permite a exportação de trabalhos do Minecraft e suporta impressões 3D direto pelo app.
Via TheVerge e Olhar Digital

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Sony revela dois controles avançados compatíveis com PS4



A Sony apresentou novos controles para o PlayStation 4, para quem quer algo além do que o atual DualShock 4 oficial do console. A empresa revelou por meio do seu blog que um controle da Razer e outro da Nacon estão para chegar com a chancela da Sony para operar com o PS4.





A medida parece fechar uma carência na linha de produtos da Sony de algo capaz de competir com o controle Elite do Xbox One, que é mais caro, mas também totalmente ajustável para ampliar o desempenho em games. Os modelos da Razer e da Nacon devem suprir esta carência.


O modelo da Razer é o Raiju, anunciado para “conquistar torneios profissionais de e-sports”, então ele é voltado para quem leva a competição realmente a sério. Eis suas principais características:
  • Dois bumpers a mais e dois gatilhos extras destacáveis
  • Painel de controles incorporado na parte frontal do controle
  • Ajuste de sensibilidade do gatilho
  • Dois perfis distintos que podem ser alternados instantaneamente
  • Entrada para fone de ouvido de 3,5 mm e controles de som dedicados
  • Borrachinhas para colocar nos analógicos para oferecer melhor pegada
  • Compatibilidade com todos os PS4 (normal, Slim, Pro) por meio do cabo USB de 3 metros
Reprodução
E há também o Nacon Revolution Pro, que tem como um diferencial a posição dos analógicos, que é bastante familiar para os jogadores de Xbox One. O controle não tem os direcionais alinhados como é característico do PlayStation.
  • Analógicos com 46° de amplitude, com firmware para precisão e alcance avançados para e-sports
  • Quatro botões extras de atalhos
  • D-pad de oito direções
  • Quatro perfis ajustáveis, configuráveis por meio de um software para PC
  • Dois compartimentos internos com seis pesos removíveis para melhor equilíbrio
  • Compatibilidade com todos os PS4 por meio de um cabo USB de 3 metros.
Reprodução

domingo, 23 de outubro de 2016

PlayStation 4 Pro terá 1 GB a mais de RAM do que modelo tradicional



Quem está pensando em comprar um console robusto e rápido pode considerar o PlayStation 4 Pro uma opção bastante interessante. O console da Sony com tecnologia HDR e capaz de rodar jogos em 4K chega no dia 10 de novembro trazendo 1 GB a mais de memória RAM do que o modelo tradicional.
A informação sobre a configuração de hardware foi revelada pelo líder de arquitetura da plataforma, Mark Cerny. Em entrevista ao portal IGN, o executivo explicou que era necessário que o videogame recebesse mais memória se quisesse rodar os principais lançamentos na qualidade prevista pela desenvolvedora.
"Percebemos que os jogos precisavam de um pouco mais de memória, cerca de 10% mais, então adicionamos 1 GB da convencional DRAM ao console", explicou ao portal.
Dessa forma, quando o usuário alternar entre um aplicativo e um game, o PS4 Pro irá liberar esse 1 GB a mais de memória RAM para gerenciar o aplicativo e permitir a troca ágil entre os processos. Dessa forma, o console irá ficar com cerca de 5 GB disponíveis apenas para o uso de games, além de mais 512 MB que poderão ser usados de forma adicional neste modelo do videogame.
Via IGN e Olhar Digital

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Sindicato pede jornada de 30 horas para o setor de TI


Que tal trabalhar 30 horas por semana? Parece bom, certo? É exatamente isso que pode acontecer caso uma proposta do sindicato de trabalhadores de TI de São Paulo (Sindpd) seja aceita. A entidade ainda luta pelo reajuste salarial, pagamento de vale-alimentação e custeio integral de plano médico e odontológico pelas empresas.

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A ideia é que a jornada reduzida possa ir de encontro ao cenário enfrentado pelos funcionários do setor que sofrem com altos níveis de estresse e pressão. Além de descansar, o sindicato espera que os profissionais tenham maior tempo livre para se dedicarem à qualificação, ao aperfeiçoamento e à atualização de conceitos utilizados no ambiente profissional.
"Os profissionais de TI possuem uma rotina voltada para computadores, programação de códigos, números e solução de problemas, o que configura um dia a dia intenso e estressante. Não sobra tempo para atividades de lazer ou até mesmo para investir em capacitação", justifica o presidente do Sindpd, Antonio Neto.
Vale lembrar que a jornada dos trabalhadores de TI no estado já sofreu redução em 2011. Na época, uma proposta também encabeçada pelo Sindpb previa a redução de 44 horas para 40 horas semanais. Com a vitória, a categoria foi uma das primeiras do país a conseguir conquistar o direito.
Atualmente a jornada de 30 horas é prevista pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) apenas para digitadores.
Aumento salarial e benefícios
A Campanha Salarial 2017 irá defender, além do aumento real do salário acima da inflação – índice que ainda não foi fechado, dois outros pontos cruciais: o pagamento de vale-alimentação e o custeio integral pelas empresas de planos médico e odontológico para os funcionários.
Atualmente, segundo a CCT, as companhias devem pagar R$ 16,60 de vale-refeição (que geralmente é aceito em restaurantes) ou vale-alimentação (usado para compras em supermercados) por dia. A proposta pede pela manutenção do vale-refeição com aumento real e a inclusão do vale-alimentação. Dessa forma, os trabalhadores receberiam os dois benefícios e não teriam mais que optar por somente um deles.
Os planos médico e odontológico nos dias de hoje permitem que as empresas descontem até 70% do valor do trabalhador em regime de coparticipação. O sindicato luta para que a o benefício seja pago de forma integral pelas empresas, sem qualquer custo para o trabalhador.
Processo burocrático
Nesta fase, a pauta foi submetida para assembleias de trabalhadores na sede do sindicato e em 10 delegacias regionais do estado (Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba).
Só depois da apreciação por parte da categoria é que a proposta será enviada ao sindicato patronal para o início das negociações.

WhatsApp começa a testar chamadas de vídeo pelo aplicativo



As chamadas de vídeo estão finalmente chegando ao WhatsApp. E dessa vez não é golpe. A versão de testes do aplicativo está testando a funcionalidade em dispositivos Windows Phone.

Por enquanto o recurso está disponível apenas para o WhatsApp Beta na plataforma da Microsoft, mas existe a expectativa de que ele seja liberado no app para Android e iOS. Para utilizar o recurso é preciso pressionar o botão de chamada e escolher chamada de vídeo. Pronto, agora a chamada já irá começar.
Segundo relatos de alguns usuários que já testaram a função publicados no site OneWindows, é possível silecinar a chamada e alternar entre a câmera frontal e traseira. Há também um botão específico para as vídeochamadas na área de Contatos.
Reprodução

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Você já pode pagar o ônibus com cartão de débito ou crédito em SP



O morador de São Paulo não precisa mais contar as moedinhas ou comprar bilhetes para usar os ônibus da região metropolitana. Isso por que a empresa Autopass está implementando nos veículos um sistema que permite o pagamento de passagens usando cartões de débito ou crédito e pré-pagos.
A tecnologia é inspirada no sistema e de transporte de Londres e a estimativa por lá, onde o projeto funciona desde 2012, é de que cerca de 1 milhão de passagens sejam pagas com o método todos os dias.
Por aqui, sistema conta com o investimento total de R$ 36 milhões e atualmente entrou em fase de testes no município a partir desta segunda-feira, 17. Por enquanto ele contempla os ônibus da linha 376 de transporte público da empresa Metra, que atende a Região Metropolitana de São Paulo e a Zona Sul da capital.
O pagamento das passagens é feito utilizando a tecnologia Contactless. O usuário apenas aproxima o cartão do leitor e ele agiliza o pagamento. Não é preciso nem que o usuário digite a senha do cartão.  “Este serviço agiliza o processo de pagamento e oferece um atendimento mais confortável aos passageiros”, afirma o CEO da Autopass, Rubens Gil Filho.
Por enquanto ainda não há previsão para a tecnologia começar a ser usada em outras linhas.

O que está em jogo com a regulamentação do profissional de TI



Grande polêmica nos últimos anos, a regulamentação do profissional que trabalha no setor de TI ganhou um novo capítulo nesta semana. Profissionais, empresas e entidades ligadas à área se reuniram para debater os prós e contras da regulamentação da profissão.
O encontro aconteceu na última sexta-feira, 14, em São Paulo, durante o Seminário de Regulamentação da Profissão de TI, promovido pela Sindpd, o maior sindicato de trabalhadores do setor da América Latina.
Para o presidente do Sindpd, Antonio Neto, a regulamentação poderia ajudar a criar um estatuto legal para a profissão e contribuir para o estabelecimento das competências e habilidades que o profissional deverá ter para seguir carreira. A medida busca trazer maior valorização ao trabalhador da área e o respaldo social e jurídico para a categoria.
Ele também defende que o cenário atual abre espaço para que as empresas abusem das contrações em regime PJ (pessoa jurídica). O método é adotado por muitos empreendimentos que enxergam nesse tipo de contrato uma forma de economizar custos, principalmente fiscais. Vale lembrar que este é um dos setores que mais contratam profissionais PJ.
“O profissional estuda quatro anos, precisa ter especialização e um segundo idioma. Tudo isso para ganhar pouco, ter problemas de saúde e não ser valorizado. Regulamentar é dar ao profissional maior respeito, dignidade e garantia de seus direitos”, disse Neto.
Quem também é favorável à regulamentação é parte da comunidade acadêmica. Para os professores Sidnei Feliciano, de ciências da computação da UFSC, e Flávio Morgado, do curso de sistemas de informação da PUC-SP, a regulamentação traria também maior proteção à sociedade, uma vez que os profissionais cuidam projetos como sistemas hospitalares, carros autônomos, entre outros. Para ambos, é importante que eles sejam regulamentados.
Quem é contra a regulamentação também possui alguns argumentos plausíveis. O principal seria de que a medida padronizaria os profissionais considerando que cargos como analistas de sistemas e técnicos de suporte fariam parte da mesma área.
Outros argumentos que vão contra a regulamentação são supostas taxas cobradas para os profissionais mensalmente ou anualmente. Além disso, há quem argumente de que a medida iria contra o que é feito em países como Estados Unidos e Índia, referências na área.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Acer anuncia Chromebook de U$ 200 com bateria que dura até 12 horas




A Acer anunciou hoje a expansão de sua linha de Chromebooks para incluir opções com preço de entrada de US$ 199. Esse dispositivo de entrada em uma tela de 15,6 polegadas e promete oferecer até 12 horas de uso com uma carga de sua bateria.
Os chromebooks costumam ser dispositivos com configurações modestas voltados para aplicações mais simples, e os novos modelos da Acer não são exceção. Esse modelo mais barato tem processador Intel Celeron N3060, 2GB de RAM, 16 GB de memória (com slot para cartão SD e outros 100GB gratuitos no Google Drive), e tela com resolução 1366 por 768 pixels (um pouco superior a HD).
De acordo com o TechCrunch, é possível adquirir também versões mais potentes do Chromebook por preços maiores: a tela, por exemplo, pode ser Full HD. Todos os modelos, no entanto, têm saída de vídeo HDMI, duas portas USB 3.0, conectividades WiFi e Bluetooth e teclados retroiluminados. 
Lugar no mercado
Segundo o Digital Trends, a Acer é responsável por 33% dos Chromebooks vendidos no mercado. Eles costumam ser indicados para usuários que não dependem de muito poder de processamento ou de softwares especializados, por conta de seu preço menor (se comparado a notebooks com Windows). Mesmo com tela de 15,6 polegadas, esse Chromebook por exemplo pesa cerca de 1,91 quilos.
Para avaliar a durabilidade da bateria, a empresa diz ter testado-a no Chromium Power Test, que simula situações reais de uso cotidiano. Durante os testes, o brilho da tela é ajustado segundo o padrão da bateria, e nunca é menor que 40%. Essa durabilidade, associada ao preço relativamente baixo, fazem dos Chromebooks uma opção interessante para um computador secundário, como aponta o 9to5Google.
Resta ainda ver, contudo, se o hardware desse Chromebook é suficiente para esse tipo de uso. O Olhar Digitalteve a oportunidade de testar o Chromebook 3 da Samsung (que tem configurações semelhantes), e concluiu que mesmo o preço de menos de R$ 1000 pelo qual ele chegou ao Brasil é excessivo para ele.
Ainda não há previsão para a chegada desse produto no Brasil. Contudo, o Chromebook 3 da Samsung foi lançado nos EUA pelo mesmo preço desse da Acer. Caso ele venha para cá, portanto, é provável que ele chegue por preços em torno dos R$ 1000.

domingo, 16 de outubro de 2016

Logo vai ser quase impossível jogar videogame no Brasil; entenda



Em 2013, a Microsoft chocou o mundo anunciando que seria obrigatório ter internet para usar o Xbox One. A reação foi forte, e forçou a empresa a mudar as suas práticas, abrindo a possibilidade de jogar videogame sem uma conexão constante. Hoje, três anos depois, é possível perceber que, mesmo com esta mudança de rumo, na prática, as coisas não mudaram tanto assim.
O fato é que se a sua conexão não é boa, sua experiência de jogo está comprometida. E, como vivemos no Brasil, onde as velocidades médias de internet não são lá grandes coisas, muitos jogadores simplesmente podem se ver impedidos de acessar seus jogos. E não estamos falando de multiplayer.
Explicando: está cada vez mais difícil ter acesso a um jogo novo sem uma boa internet. Vamos tomar como exemplo o maior lançamento da semana nos consoles, Gears of War 4. O game tem mais de 50 GB, tornando o download do jogo impraticável.Segundo o estudo State of the Internet da Akamai, a velocidade média da conexão brasileira é de 4,5 Mbps. Assim, mantendo esta velocidade, o download de o jogo como Gears 4 levaria 24 horas e 40 minutos. Quase 25 horas para baixar um só jogo. Mais de um dia inteiro.
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O argumento de que ainda é possível comprar os jogos em disco também está ficando cada vez mais insustentável. Isso porque as empresas vendem o disco com jogos quebradíssimos ou simplesmente não-finalizados, que dependem de patches de atualização gigantes para rodar direito. É extremamente comum tentar instalar um jogo novo e descobrir que é necessária uma atualização de 20 GB para fazê-lo funcionar como ele deveria. Se você resolver comprar um jogo alguns meses depois do lançamento, a situação é ainda pior: Halo 5, por exemplo, tem 46 GB de arquivos em disco, mas as atualizações fazem o game ficar com quase 100 GB. Se você adquirir o jogo hoje, você tem mais 50 GB de atualizações para fazer.
A alternativa é permanecer com o jogo quebrado, cheio de bugs e, muitas vezes, injogáveis. O exemplo recente é No Man’s Sky, que possuía bugs tão sérios que faziam o jogo fechar sozinho no PS4. Mafia 3, lançado há pouco tempo, também está impregnado com bugs de todos os tipos que só devem ser corrigidos com atualizações gigantescas.
A tendência é que isso piore com o tempo. Os jogos estão ficando cada vez maiores, mas as conexões não estão ficando mais rápidas na mesma proporção. A chegada do PS4 Pro e do Xbox Scorpio, que prometem games em 4K, vai tornar os jogos ainda mais pesados e o download cada vez mais impraticável.
Para piorar, ainda há o fato de que a prática das franquias de internet fixa ainda paira no horizonte da conectividade brasileira. Até hoje, os limites propostos pelas operadoras são extremamente restritivos, ao ponto de que um jogo como Gears 4 se tornaria impossível de baixar sem estourar a franquia mensal ou pelo menos comprometer o uso pelo resto do mês.
Então fica o problema: os jogos são feitos por e para países ricos e desenvolvidos, onde internet de alta velocidade é o padrão. Vai ficar progressivamente mais difícil para quem não vive nestes países com boa conexão continuar jogando videogame.

Seagate apresenta HD de 2,5 polegadas com 5 TB




A Seagate apresentou nesta quinta-feira, 13, seu mais novo produto. Trata-se de um HD minúsculo – apenas 2,5 polegadas – capaz de armazenar 5 TB de arquivos. O componente faz parte da linha BarraCuda e deve chegar ao mercado por US$ 200 (cerca de R$ 640 sem impostos).
Apesar dos dispositivos estarem cada vez mais perdendo espaço para os SSDs que gerenciam os arquivos de forma muito mais rápida, os HDs ainda se apresentam como uma solução barata para quem precisa de grande espaço de armazenamento.
E é nisso que a Seagate aposta ao lançar o produto com 5 TB de espaço. Para efeito de comparação, o SSD de 4 TB da Samsung sai por mais de US$ 1 mil, conforme apurou o portal IDG Now.
Nas configurações técnicas, o dispositivo tem drive de 5.400 rpm com 128 MB de cache e garantia de dois anos. Ele mede 15 mm de espessura e é voltado para o uso em laptops e em computadores All-in-one.
Ainda não há previsão para o dispositivo chegar ao Brasil e nem o preço oficial dele por aqui.
Reprodução

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Moto inteligente da BMW elimina a necessidade de usar capacetes


Para a BMW, no futuro as pessoas podem não precisar usar capacete ao andar de moto. Pelo menos foi isso o que a empresa mostrou em seu Motorrad Vision Next 100, um conceito de moto inteligente que conta com um sistema de autoequilíbrio, capaz de manter o veículo na posição vertical mesmo que a pessoa não esteja se movendo. Isso pode ajudar novos motoristas, que costumam se preocupar com tombos, e também quem dirige motos há bastante tempo.
A moto tem ainda um design espacial e uma certa "economia" no painel. As informações são exibidas em um visor inteligente, conforme o usuário precisa delas. A BMW garante ainda que o veículo apresenta emissão zero de poluentes, o que pode indicar que ela é elétrica.
Assim como acontece com os outros conceitos apresentados pela empresa na liha Vision 100, em comemoração aos seus 100 anos, eles não devem chegar ao mercado em breve.

LG anuncia carregador wireless mais rápido do que modelos com fio




Muitas fabricantes de smartphone têm investido nos últimos anos em carregadores wireless, uma tecnologia que parece impressionante, mas que ainda é mais lenta do que o modo tradicional de carregamento com fios. Um anúncio recente da LG pretende mudar isso.
A empresa revelou nesta semana o primeiro carregador sem fio de 15W do mundo. O dispositivo é provavelmente o mais veloz do gênero no mercado, e pode carregar smartphones mais rapidamente do que a maioria dos carregadores com fio disponíveis hoje no mercado, de apenas 10W.
Segundo a LG, o aparelho pode reabastecer a bateria de um celular de 0% a 50% em apenas 30 minutos. Atualmente, algumas fabricantes oferecem carregadores com fio de 15W em smartphones tops de linha (mais caros) ou carregadores sem fios de apenas 5W, bem mais lentos.
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O produto começa a ser vendido ainda este mês na Austrália, Europa e América do Norte. O preço, porém, ainda não foi divulgado.
Via TNW e Olhar Digital

domingo, 9 de outubro de 2016

O início de um sonho: novas baterias prometem o dobro da capacidade


Já pensou que alegria: dobrar a capacidade de bateria do seu smartphone ou qualquer outro dispositivo móvel!? Foi exatamente isso que dois engenheiros, ex-alunos do Instituto de Tecnologia de Massachuesstts, anunciaram recentemente; uma superbateria pronta para turbinar drones, smartphones e carros elétricos. Nós conversamos com um dos responsáveis pela novidade, direto de Boston, nos Estados Unidos.

Uma bateria é composta por quatro elementos: o cátodo (polo negativo), o ânodo (polo positivo), o eletrólito (condutor de eletricidade) e o separador (um material isolante). A química interna das baterias não muda há 25 anos, desde 1991.
O novo ânodo é tão fino que a nova bateria está sendo classificada como “anode free” – ou livre de ânodo; mas ainda assim, com total segurança e alta capacidade de armazenamento. Os criadores afirmam que a superbateria respondeu mais do que bem a todos testes a que foi submetida: ela não pega fogo, não explode e é capaz de operar com segurança em altas temperaturas.
As primeiras superbaterias começam a ser comercializadas ainda este ano; por enquanto, em drones que voam em altitudes elevadas para auxiliar provedores de internet na transmissão de dados. A partir do segundo semestre do ano que vem, a ideia é entrar no mercado de vestíveis e smartphones; para, em 2018, chegar aos carros elétricos.
A revolução anunciada é promissora, afinal, as baterias são o grande gargalo do mundo atual da tecnologia. Ao que tudo indica, chegou a hora de virar essa página... e chega de andar com o carregador para cima e para baixo e viver com dispositivos móveis quase “imóveis” plugados na tomada.

Como baixar vídeos do Facebook no Android, iOS e PC



Eventualmente, você está rolando o seu feed no Facebook pelo celular e se depara com um vídeo bacana. O problema da rede social é que, se você não agir rápido, provavelmente pode perder aquele vídeo para sempre.
Por, é bom ter uma alternativa para guardar o vídeo em definitivo, para compartilhar com os amigos no WhatsApp, ou apenas para tê-lo no futuro.
Veja como:

No Android

O aplicativo propõe que você faça o login com seu usuário e senha do Facebook para navegar pela rede social. Se você achar um vídeo que te interessa, ele permite fazer o download do conteúdo.
2) Baixe um vídeo que encontrar no seu feed
Se você encontrar qualquer vídeo interessante, basta tocar nele. Em vez de reproduzir, o aplicativo vai oferecer as opções Play, para executar o vídeo, ou Baixar, para fazer o download. Selecione Baixar e, pronto, o vídeo foi baixado.
3) Você pode escolher se quer baixar vídeos em HD (recomendável)
Se você prefere baixar os vídeos em uma definição maior, você pode. Se você não mexer em nenhuma configuração, o app baixará sempre na menor resolução possível, mas isso pode ser alterado. Basta puxar o menu lateral, entrar em Configurações e marcar a opção Baixar em HD

No iOS

O aplicativo é um gerenciador de arquivos que permite o download de conteúdos da web, que o Safari bane propositalmente. Ele permite que você entre em um site e faça o download que seria barrado no navegador nativo do iPhone.
2) Procure um vídeo no seu feed
Quando você encontrar um vídeo que queira baixar, inicie sua reprodução e clique em Compartilhar. O aplicativo vai oferecer a opção Copiar Link; selecione esta opção.
3) Entre no MyMedia
O aplicativo vai exibir um navegador. Digite o endereço savefrom.net na barra de URL. Depois de carregado, cole o link que você copiou no Facebook. O aplicativo vai exibir o botão Baixar (você pode escolher se quer baixar em HD ou SD) e dar a opção de mudar o nome do arquivo. Depois de finalizar o download, o vídeo aparecerá na aba Media do MyMedia
4) Transfira para o Rolo da Câmera do iPhone
Você pode assistir ao vídeo diretamente do MyMedia, mas se preferir pode colocá-lo no Rolo de Câmera. Basta entrar na aba Media, tocar no arquivo desejado e escolher a opção Save to Camera Roll.

No PC

1) Pegue o link de um vídeo do Facebook
Você pode fazer isso clicando com o botão direito em qualquer vídeo que encontra no seu Feed. Selecione a opção Mostrar URL do vídeo e copie.
2) Entre no site savefrom.net
É o site mais prático para realizar a tarefa. Cole o endereço copiado no passo anterior no campo em destaque, logo abaixo de “Para baixar um vídeo, apenas insira um link”. Toque na setinha verde para avançar e clique no botão Baixar para fazer o download.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

LinkedIn lança recurso para você procurar emprego sem seu chefe saber



O LinkedIn acaba de lançar um recurso chamado "Open Candidates". Com ele, o profissional consegue sinalizar aos recrutadores de que está disponível para um novo emprego sem deixar o atual chefe saber.
té então, a única maneira de anunciar aos seus contatos na rede social de que você estava procurando um trabalho era anunciando isso no perfil. Apesar de chamar atenção dos recrutadores, também era um alerta para os seus colegas que você estava querendo sair da empresa.
Por enquanto, o recurso está disponível nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália, tanto da versão mobile, quanto web. A empresa anunciou que em breve deve liberar o serviço para todos os usuário.

Internet brasileira é uma das piores, diz ranking da Netflix


Um estudo liberado pela Netflix nesta semana mostra que o Brasil tem uma das piores velocidades de conexão do mundo. A pesquisa, conduzida pelo serviço de streaming em mais de 41 países, mostra que o Brasil ocupa o 33º lugar no índice de transferência de dados da empresa no horário nobre no mês de agosto.

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As 10 piores velocidades do mundo
  1. Índia - 1,78 Mbps
  2. Filipinas - 2,04 Mbps
  3. Costa Rica - 2,11 Mbps
  4. Jamaica - 2,226 Mbps
  5. Equador - 2,27 Mbps
  6. Argentina - 2,37 Mbps
  7. Peru - 2,47 Mbps
  8. Colômbia - 2,53 Mbps
  9. Brasil - 2,57 Mbps
  10. Uruguai - 2,77 Mbps
A velocidade média do Brasil - de 2,57 Mbps - fica à frente apenas de Colômbia, Costa Rica, Filipinas e Índia, que tem média de 1,78 Mbps.
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Melhores operadoras do Brasil
De acordo com a Netflix, dentro do Brasil, em agosto, a melhor conexão foi a oferecida pela operadora Live Tim, com uma velocidade média de 3,09 Mbps. Em seguida aparecem Net Vírtua e a GVT, com 2,99 Mbps e 2,83 Mbps, respectivamente, Algar, com média de 2,24 Mbps, Vivo e Oi, com 1,94 Mbps, ambas.
Por que tão ruim?
De acordo com especialistas, três fatores explicam a qualidade ruim da internet brasileira. O primeiro seria a infraestrutura ruim. "De fato se investe pouco em infraestrutura de internet no Brasil. O investimento é baixo, os preços são altos", explica especialista Marco Konopacki, coordenador de projetos do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS).
O segundo fator seria o gosto do brasileiro por navegar. No horário nobre, aumenta o número de pessoas conectadas, o que pode ajudar a diminuir a velocidade da rede. "É um gargalo de infraestrutura? Pode ser ou não. Os dados dizem que na maioria do tempo a rede não esta sobrecarregada, e pode ser que ela atinja um pico de sobrecarga no horário nobre. Mas é como o uso do chuveiro. A rede suporta, mas fica no seu limite. E como a Netflix é uma grande consumidora de banda, pode estar atrelado a isso", explica Konopacki.
O terceiro motivo seria a restrição deliberada do uso de banda para serviços específicos. "Não me admiraria se algumas empresas limitassem o tráfego desses dados praa preservar mais a rede ou tornar o serviço mais rentável. Pode ser um elemento, é uma hipótese a ser testada", explica o especialista.
Via UOL e Olhar Digital

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